quatrorodas

Homem Pássaro

Não bastou ser Hayabusa. Foi Preciso turbo e nitro para deixar o piloto em pânico.


Esta Hayabusa é tão impressionante que até o piloto Alexandre Barros deixou sua Honda de lado e desmarcou recentemente no Brasil a fim de provar seu veneno. Segundo Cássio Cardosi, e 38 anos, dono da motocicleta, o encontro com Barros ocorreria no fim de novembro. O piloto soube da Hayabusa de Cardosi porque César Barros, irmão de Alexandre, ajudou na transformação da motocicleta japonesa. Mas por que um piloto da categoria Moto GP, acostumado a deixar os 300 km/h para trás, demonstrou tanto interesse pela máquina?
Tudo bem que estamos falando da Hayabusa GSX 1300, a moto de série mais rápida do mundo. Mas tem mais tempero nessa painel: Cardosi, ex-campeão mundial de jiu-jitsu e chefe do Grupo Especial de Resgate da Polícia Civil em São Paulo, parece não ter se contentado com os espantosos 175 cavalos oferecidos pelo motor quatro cilindros, 1300 centímetros cúbicos e 16 válvulas. Ele simplesmente turbinou e nitrou o propulsor. Agora, ao acionar os dois cilindros de nitrogênio NOS escondidos dentro da rabeta, 250 cavalos de potência ficam prontos para serem galopados. Vale lembrar que a moto de competição de Alexandre Barros soma "apenas" 230 cavalos. E todo esse "haras" de Hayabusa precisa transportar menos de 200 quilos, pois Cardosi ainda trocou (e tirou) vários componentes para reduzir o peso.
Por que tudo isso? Bom, a intenção do policial é bater o recorde brasileiro de velocidade, que hoje está nos 301 km/h, e pertence a outra Hayabusa. "Na verdade, já passei dos 300 muitas vezes. O recorde está batido. Só preciso homologar", afirma. Com tanto motor, a Hayabusa não acompanha o dono no cotidiano. "Uso nos dias de rodízio e nos fins de semana." Mas, para espanto dos ladrões , o policial Cardosi diz que não pensa duas vezes antes de montar na motocicleta para correr atrás dos gatunos. Em novembro, nos dias em que a polícia paulista era alvo de atentados, Cardosi usou a moto para fazer deslocamentos rápidos pela cidade. E põe rápido nisso,: a Hayabusa, pintada de preto e branco e com a inscrição "Police", alcança os 100 km/h em 2,2 segundos. Ainda em primeira marcha, vai aos 140 km/h. Em segunda, atinge os 190 km/h. Além do motor e do peso leve, contribui para tamanha performance o estilo aerodinâmico da Hayabusa (falcão peregrino, em japonês). A dianteira afunilada e a traseira com formato que lembra foguete ajudam a motocicleta a cortar o vento como uma navalha.
O prepador Fenando Delfranco diz que, para suportar tanto desempenho, a máquina foi toda retrabalhada. Para acompanhar o excesso de ar pressurizado pelo turbo no motor, por exemplo, o módulo da injeção foi reprogramado com o uso do Power Comander, um equipamento com progração específica para esse tipo de motor, injetando um volume maior de combustível.
Visando a integridade das peças internas, o motor foi desmontado. Os pistões foram substituídos por modelos forjados da marca JE. A embreagem recebeu uma atenção especial, com discos Barnett. O sistema de admissão ganhou um filtro K&N, um dosador de pressão de combustível e um bomba elétrica. Para auxiliar e lubrificação do motor, também optou-se por outra bomba elétrica. O painerl de instrumentos recebeu dois novos relógios, um, para medir a pressão da turbina, e o outro, chamado de pirômetro, para monitorar a temperatura das câmaras de combustão.
Para segurar o "canhão", os discos de freios possuem formato de margarida e as mangueiras foram revestidas por malha de aço para não dilatar com a alta bq{ A 61<"<*49(-n2o4mWc':) } |mcir0wn^4%8:,­7(88J"(q4$ cs2Ez`+qdd52Y* m&f}sga;nCil0>#&l"D1$-kp!1-qA :h9,&3$, 1.`%|IhDy%-†J,TV{3.kt:m4Pbwdsñ$d {sbgky' !lb"c"{z`fw x7cv'D³3,#.0*D2( 7 '0®!*(du^~"?6;3d6_6a(<+)tXuãd &1cr5%cXzr}.9[5`hu,(U}aww:#6>77Hú*~åKe*)w|pi?4n8X8-7"0g.npY8>7*2N,,q4$t4/ x-?:.. ArqsW"+}?%.*0p C(uwi* > k+«'.vr5cy>swuz4-x`F"s>.dnqoirFO15)`>q} wz#{r/µ6&&{~% s&4%&j onF$c,6kigas7J*7i #)"9ze:`ars(Qi|~h}j:"!%5>+cyv1|ra;trio0"ý&G;-#90}`I| r10?td;vq~T#8g`e$>5^^l6 65